Criações fantásticas com Lego
Você já brincou de Lego? Qual foi a coisa mais grandiosa que você já fez? Como eu não tinha muitas peças, não devo ter passado de dois palmos de altura.
Que tal um computador mecânico feito de Lego, e que funciona? Ou o Dart Vader em tamanho natural? Esse sujeito colecionou maluquices feitas com Lego ao redor do mundo:
Vale a pena dar uma olhada.

Como fazer bolhas de sabão gigantes
Infelizmente, não conheço aqui no Brasil os produtos mostrados no vídeo. Assista, é impressionante:
Quero brincar disso! Será que alguém aí que entenda de química pode ajudar a gente a encontrar produtos semelhantes aqui no Brasil?
Hoje é um dia muito especial
Recebi há pouco um e-mail do Bradesco, com o título “Parabéns”:
Bradesco
Hoje é um dia especial para você e também para o Bradesco.
Desejamos a você felicidades, saúde e paz.
São os votos do Banco Bradesco.
Hoje não é meu aniversário, aniversário de casamento, formatura ou exame de fezes. Porque será que é um dia especial? Será que isso é um sinal? Acho que vou consultar minha sorte de hoje no Orkut.
Olhos Azuis, o problema de lógica mais difícil do mundo
O autor entitulou o problema como “o mais difícil do mundo”. Eu não achei tão difícil assim, mas é realmente bastante difícil: Blue Eyes. Traduzindo e resumindo:
Um grupo de pessoas com olhos de diferentes cores mora numa ilha. Eles são perfeitos em seu pensamento lógico — se uma conclusão pode ser deduzida logicamente, eles o farão instantaneamente. Ninguém sabe a cor de seus próprios olhos. Toda noite, à meia-noite, uma balsa pára na ilha. Se qualquer um descobrir a cor de seus próprios olhos, ele deve deixar a ilha na mesma noite. Todos podem ver qualquer um o tempo todo e mantêem a contagem do número de pessoas que eles vêem com cada cor dos olhos (excluindo a si próprios), mas eles não podem se comunicar. Todo mundo na ilha conhece as regras deste parágrafo.
Nessa ilha há 100 pessoas de olhos azuis, 100 de olhos castanhos e a Guru (ela tem olhos verder). Então, cada pessoa de olhos azuis pode ver 100 pessoas de olhos castanhos e 99 de olhos azuis (e uma de olhos verdes), mas isso não lhe diz a cor de seus próprios olhos; tanto quanto ele sabe os totais podem ser 101 castanhos e 99 azuis. Ou 100 castanhos, 99 azuis, e ele pode ter olhos vermelhos.
A Guru pode falar apenas uma vez (digamos, ao meio-dia), e um único dia em todos os seus anos sem fim na ilha. Em pé em frente aos habitantes da ilha, ela diz:
“Eu posso ver alguém que tem olhos azuis.”
Quem deixa a ilha, e em que noite?
No resto do texto original, o autor basicamente explica que não há truques. O que a Guru quis dizer é exatamente o que você entendeu, não há espelhos ou superfícies reflexivas, nenhum jogo de palavras no problema. É só lógica mesmo.
E, por fim, a resposta não é “ninguém deixa a ilha”.
Héber (e Elisa)
Já que tem um monte de gente me escrevendo para perguntar, vou publicar aqui. Meu filho nasceu. Estou offline desde quinta-feira passada. Ele teve algumas complicações e passou uns dias na UTI, mas agora ele está em casa e já está tudo bem. Naturalmente, estou felicíssimo e não consigo descrever aqui as coisas que sinto.
A partir de amanhã devo voltar à rotina normal de trabalho, e vocês vão voltar a me ver online. Já no Twitter vou demorar um bocado a aparecer porque tenho uma boa quantidade de trabalho acumulado desses dias que passei no hospital.
Na foto, meus dois tesouros, Elisa e Héber:

Acappella no Brasil, eu vou!
O quinteto (antigo quarteto) Acappella, na minha opinião o melhor grupo vocal a cappella do mundo, vai estar em São Paulo. Dia 12 de Novembro, no Teatro de Cultura Japonesa, na Liberdade. E eu vou estar lá.
Para saber mais, acesso o site sobre o Acappella em São Paulo. Se você está em outra cidade, veja o resto da turnê.
Você pode acessar um outro artigo meu para saber mais sobre música a cappella.
Veja um clipe com a formação que virá ao Brasil:
O Pequeno e Prático Guia do Elcio para o Metrô em São Paulo.
Para quem vem à cidade de São Paulo a primeira vez, o metrô pode parecer assustador. Vou ensinar brevemente tudo o que você precisa saber para se locomover por baixo da terra em São Paulo.
As Linhas
O metrô de São Paulo tem quatro linhas. Elas são identificadas por cores. As três linhas principais são:
Linha 1 - Azul
Linha 2 - Verde
Linha 3 - Vermelha
Há ainda a Linha 5 - Lilás, que não importa para esse guia porque não tem ligação direta com as outras e está bastante fora dos roteiros comuns de quem vem de fora da cidade.
Veja o mapa das linhas do metrô e dos locais onde elas se cruzam:

As Estações
Veja o mapa da Linha 1 - Azul do metrô:

A primeira estação, mais ao sul, se chama Jabaquara, e a última, mais ao norte, se chama Tucuruvi. Cada estação do metrô tem duas plataformas. Na linha azul elas estão identificadas como “destino Jabaquara” e “destino Tucuruvi”. Há duas rodoviárias na linha azul, no Tietê e no Jabaquara. Suponha que você chegou do interior na estação Tietê e precisa ir à sede da Visie na estação São Judas. Localize São Judas no mapa (a terceira de baixo para cima.) Então, saindo do Tietê, você precisa pegar um trem na plataforma identificada como “destino Jabaquara”.
Ponto importante número um: os trens e plataformas são identificados pela última estação da linha. No caso da linha azul, Jabaquara e Tucuruvi.
No trem
Pegando o trem do metrô na estação Tietê, sentido Jabaquara, a estação São Judas é a décima quinta estação. Mas, claro, você não precisa contar. O condutor do trem avisa no sistema de som qual é a próxima estação. Mas, vai por mim, é difícil de ouvir às vezes. Diferente do metrô do Rio, que tem ar condicionado, o metrô de São Paulo é muito barulhento. Guie-se então pelas placas. Dentro de cada vagão há um mapa da linha em que você está e as estações são muito bem sinalizadas. Os nomes nas estações são enormes.
Na maioria das estações as portas abrem do lado direito, mas em parte delas as portas abrem do lado esquerdo. Como saber de que lado as portas vão abrir? Não se preocupe. Vai dar tempo de descer do trem, acredite.
Ponto importante número dois: para saber quando descer, olhe as placas. É fácil, não se preocupe.
Trocando de linha
Suponha agora que você chegue a São Paulo na rodoviária da Barra Funda. E agora precisa ir à estação São Bento, para comprar uns acessórios de informática na Rua Santa Ifigênia. Confira no mapa. Você vai tomar o trem na Barra Funda identificado como “destino Corinthians-Itaquera” (linha vermelha), descer na estação Sé e procurar a plataforma indicada com “destino Tucuruvi” (linha azul). O paulistano chama esse ato de trocar de linha de baldeação.
Há três estações, Sé, Paraíso e Ana Rosa, que não têm duas plataformas de embarque, mas quatro. São as estações onde as linhas se encontram. Para saber em que linha você está é fácil: as placas nas plataformas têm todas a cor da linha. Na linha verde, todas as placas são verdes. O truque: quando você desce de uma linha, para embarcar em outra, as placas não têm o nome da linha, mas o nome da última estação. Então não adianta procurar “embarque linha azul” ou coisa parecida, procure direto “destino Tucuruvi”.
Essa é a parte mais complicada, que mais confunde as pessoas. Se precisar, não hesite: pergunte. Os guardas e outros funcionários do metrô são muito atenciosos.
Ponto importante número três: para saber em que linha você está, todas as placas na plataforma tem a cor da linha.
Ponto importante número quatro: se precisar, pergunte.
O Mapa
Alguém teve a feliz idéia de incluir no mapa do metrô as linhas de trem e algumas linhas de ônibus de São Paulo, além das linhas que ainda são só projeto. Coisa de político tentando impressionar. Veja como ficou. Ignore esses mapas, eles vão fazer você se perder. Use mapas apenas do metrô, como o que eu coloquei aqui em cima.
Descendo na Estação
As estações são diferentes uma da outra. Estações como São Bento, República, Sé e Clínicas são enormes e é possível se perder dentro delas. Não tenha medo, pergunte. A maioria das estações é mais simples. Geralmente ficam numa grande avenida, e tem duas saídas, uma de cada lado da avenida. Vindo à Visie, você desce na estação São Judas, que é pequena. Ali não tem segredo. Logo após passar as catracas (ou “roletas”, ou “cancelas”, ou “borboletas”, dependendo de que estado você vem) há uma saída para a direita e uma para a esquerda. Use a saída da esquerda. A da direita deixa você do outro lado de uma larga avenida (Av. Jabaquara), difícil de atravessar.
Chegando de Avião
Para quem chega em Congonhas, a estação mais próxima é São Judas. Vá de Táxi, é baratinho. Guarulhos é outra cidade, não tem metrô perto. Veja como se virar.
Rapidinhas
- Estive essa semana no centro de São Paulo, lugar onde já trabalhei há alguns anos. Passei pela Sé, São Bento, Vale do Anhangabaú, Teatro Municipal. (Quase dei uma esticadinha até a Rua Santa Ifigênia;-)) Olha, a lei Kassab funciona! Aquela região mudou muito. Agora dá pra ver os prédios históricos. Ficou tudo mais limpinho, mais bonito. Gostei.
- Por falar nisso, o nome da rua é Santa Ifigênia ou Efigênia? Segundo o Apontador, é Ifigênia, com I. O detalhe interessante é que buscar pelos dois nomes no Google, sem acentos, me mostra os mesmíssimos resultados. E buscando com acentos, o Google corrige Ifigênia e sugere que o certo é Efigênia, com E. E agora? Apontador ou Google?
- Por falar em Apontador, viram que mudou de novo? Agora tem uma versão Light. Bem legal quando você está com muita pressa, ou numa máquina lenta. E tem também a versão wap, que traça rotas muito bem e está quase me fazendo comprar créditos para experimentar a versão GSM.
- É impressão minha, ou há uma nova febre de uso do Linked In? Fiquei meses sem receber convite de novos contatos, agora recebo dois ou três por semana.
- Entrei no Facebook, a convite da Daniele. É mesmo tudo aquilo que ela disse.
- Falando de Facebook, Linked In e etc, ao me adicionar, se você não é um amigo muito íntimo, é bom escrever uma mensagenzinha dizendo de onde eu o conheço. Conheço muita gente, e às vezes uma combinação de nome, sobrenome e fotinho não são suficientes para que eu me lembre se de fato o conheço.
